Os originais da bíblia (os manuscritos) eram escritos no formato de texto livre, ou seja, os autores apenas escreveram como se fosse uma carta ou contando uma história. Logo, originalmente, os livros da Bíblia não eram divididos em capítulos e versículos. Até Jesus quando citava as Escrituras usava a expressão “está escrito”, pois não havia uma forma de referenciar com exatidão.
Hoje é tão natural a divisão em capítulos e versículos que parece ter sido sempre assim. Esta classificação do texto bíblico em capítulos e versículos numerados permite, encontrar imediatamente uma passagem, seja qual for a paginação adotada por uma edição. Esta é uma ferramenta fundamental, desde o leitor até o pesquisador, assim todos podem ter a mesma referência.
Na metadde do século 16, cerca de 300 anos depois, o erudito francês, Robert Estienne, criou a divisão em versículos. A proposta era unificar não somente a divisão numerada de capítulos, mas também de versículos. Roberto Estienne fez a divisão em versículos da versão grega do Novo Testamento em 1.551 e, em 1555 fez a divisão completa da versão latina.
A primeira Bíblia impressa a ter capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, publicada em 1560 na Suíça. Os editores da Bíblia de Genebra optaram pelos capítulos de Stephen Langton, e versículos de Robert Estienne, conscientes da grande utilidade que teriam para a memorização, localização e comparação de passagens bíblicas. No final do século XVI, judeus, protestantes e católicos haviam aceitado a divisão em capítulos introduzida por Stephen Langton, e a subdivisão em versículos introduzida por Robert Estienne.
Em português, a primeira edição do Novo Testamento de João Ferreira de Almeida (1681) foi publicada com a divisão de capítulos e versículos. Desde então, estas divisões em capítulos e versículos ganharam aceitação como uma forma padronizada para localizar os versículos da Bíblia, e até hoje são aceitas universalmente.
Hoje é tão natural a divisão em capítulos e versículos que parece ter sido sempre assim. Esta classificação do texto bíblico em capítulos e versículos numerados permite, encontrar imediatamente uma passagem, seja qual for a paginação adotada por uma edição. Esta é uma ferramenta fundamental, desde o leitor até o pesquisador, assim todos podem ter a mesma referência.
Divisão em capítulos

No início do século 13 (entre 1234 e 1242), o teólogo inglês Stephen Langton, então Bispo de Canterbury, na Inglaterra, e professor da Universidade de Paris, na França. Outros sistemas já haviam sido propostos, mas nenhum deles foi aceito devido à dificuldade na aplicação.
Até então, em Paris, nos dias de Langton, havia estudantes estrangeiros, cada um deles trouxe consigo uma Bíblia de seu país. Mas os estudantes não conseguiam encontrar facilmente o trecho que o professor estava citando, isto porque a divisão de capítulos nas suas Bíblias era diferente. Como o modelo de Langton foi bem aceito, rapidamente se tornou o padrão para as demais traduções e hoje temos consenso sobre a divisão dos capítulos da bíblia.
Divisão em versículos
Na metadde do século 16, cerca de 300 anos depois, o erudito francês, Robert Estienne, criou a divisão em versículos. A proposta era unificar não somente a divisão numerada de capítulos, mas também de versículos. Roberto Estienne fez a divisão em versículos da versão grega do Novo Testamento em 1.551 e, em 1555 fez a divisão completa da versão latina.
A Bíblia impressa numerada
A primeira Bíblia impressa a ter capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, publicada em 1560 na Suíça. Os editores da Bíblia de Genebra optaram pelos capítulos de Stephen Langton, e versículos de Robert Estienne, conscientes da grande utilidade que teriam para a memorização, localização e comparação de passagens bíblicas. No final do século XVI, judeus, protestantes e católicos haviam aceitado a divisão em capítulos introduzida por Stephen Langton, e a subdivisão em versículos introduzida por Robert Estienne.
Em português, a primeira edição do Novo Testamento de João Ferreira de Almeida (1681) foi publicada com a divisão de capítulos e versículos. Desde então, estas divisões em capítulos e versículos ganharam aceitação como uma forma padronizada para localizar os versículos da Bíblia, e até hoje são aceitas universalmente.

