Como podemos, conscientemente, optar por não pecar?
No caminho da fé, encontramos um constante convite para resistir ao apelo do pecado, pois em 1 Coríntios 10:13, somos assegurados de que Deus sempre nos providencia uma saída quando nos sentimos tentados, demonstrando Sua fidelidade e cuidado por nós.
A luz da verdade brilha em 1 João 1:5-9, onde somos exortados a andar na luz para desfrutar de uma comunhão plena com Deus. Ao reconhecermos nossos pecados e buscarmos o perdão, experimentamos a purificação que vem do sacrifício de Cristo, renovando nossa relação com o Divino.
⁵ E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas. ⁶ Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. ⁷ Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. ⁸ Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. ⁹ Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
No entanto, a escolha de ceder ao pecado é, de certa forma, uma recusa em caminhar na luz. Como mencionado em Romanos 8:5-9, a mente carnal nos conduz ao distanciamento da verdade divina. Optar pela gratificação carnal, em vez de viver segundo o Espírito, resulta em uma desconexão espiritual e afasta-nos da plenitude que Deus deseja para nós.
⁵ Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. ⁶ Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. ⁷ Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. ⁸ Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. ⁹ Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
A própria Palavra nos adverte em 1 João 1:6 que, se afirmarmos estar em comunhão com Deus enquanto andamos em trevas, mentimos e não praticamos a verdade. O chamado à retidão, então, não é apenas um convite, mas uma necessidade para manter uma relação significativa com o Criador.
⁶ Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade.
Em conclusão, à luz das Escrituras Sagradas, fica claro que a decisão de escolher não pecar repousa inteiramente em nossas mãos. As orientações divinas, expressas nas passagens bíblicas, delineiam o caminho da retidão, proporcionando-nos a capacidade e a liberdade de resistir às investidas do pecado. Ao nos aprofundarmos na Palavra de Deus, percebemos que a escolha consciente de abraçar a pureza moral e espiritual é um testemunho da nossa relação pessoal com o Criador.
A jornada para escolher não pecar é uma manifestação da vontade e da fé individuais, uma resposta consciente aos convites divinos que ecoam através das páginas da Bíblia. Que possamos, guiados pela luz da Palavra de Deus, fazer escolhas que honrem a santidade e a graça que Ele nos oferece abundantemente.
